As exportações de vinho argentino cresceram 17,9% em volume no início de 2026, atingindo 141.681 hectolitros no período. O Brasil aparece como terceiro maior destino por volume — atrás apenas do Reino Unido e dos Estados Unidos — com 16.999 hl absorvidos, à frente do Canadá.
O Malbec ainda responde por 68% do volume exportado, mas a diversificação avança: espumantes, brancos finos e rosés argentinos ganharam tração fora do país, e o consumidor brasileiro está, progressivamente, saindo da zona de conforto do tinto básico. É exatamente nesse contexto que os produtores com reputação consolidada ampliam distância sobre o restante do campo.
Nenhuma família representa isso de forma mais completa do que os Catena. Nicolás Catena Zapata passou décadas demonstrando que Mendoza podia produzir vinhos de padrão mundial — e construiu ao redor disso um ecossistema de projetos que hoje cobre desde o topo absoluto até os rótulos de autor mais buscados do país.
A Catena Zapata, eleita pelo segundo ano consecutivo a marca de vinho mais admirada do mundo pela Drinks International, ancora esse universo. Dentro dela, a Adrianna Vineyard — o vinhedo de altitude em Gualtallary que produz alguns dos brancos e tintos mais pontuados da Argentina — é a expressão máxima do terroir de montanha que Nicolás Catena foi o primeiro a acreditar.
Laura Catena, médica e produtora, conduz seu próprio projeto com foco em identidade de lugar e rigor técnico. Seus rótulos acumulam pontuações consistentes na imprensa especializada e têm perfil ideal para adegas que querem elevar o ticket da Argentina sem depender apenas do Malbec clássico.
Ernesto Catena construiu uma trajetória independente — seus vinhos têm voz própria dentro do universo familiar, com foco em expressão varietal e posicionamento no segmento premium acessível. Para o on trade, é o rótulo que facilita a entrada do cliente na conversa sobre Argentina antes de escalar para os topos de linha.
Alejandro Vigil, enólogo-chefe da Catena Zapata e um dos profissionais mais influentes da viticultura sul-americana, criou em paralelo o El Enemigo — vinhos de autor que exploram variedades além do Malbec, como Cabernet Franc e Bonarda, com foco em terroir e narrativa. Para o canal on trade, é o rótulo que gera conversa: o sommelier tem história para contar, o cliente tem razão para voltar.
Para o off trade, os projetos se complementam: Catena Zapata e Adrianna Vineyard ancoram a prateleira com prestígio máximo, Laura Catena e Ernesto Catena trazem o cliente que quer explorar além do óbvio, e El Enemigo fecha a equação para quem busca um vinho de autor com identidade clara. É um portfólio dentro de um portfólio.
Todo esse universo — Catena Zapata, Adrianna Vineyard, Laura Catena, Ernesto Catena e El Enemigo — está disponível em Santa Catarina via Mondovino. Fale pelo WhatsApp para consultar estoque e condições para o seu canal.



