O ranking de potencial de valorização publicado pela Golden Vines e reportado pela Harpers colocou Piemont — a região italiana do Barolo e Barbaresco — à frente de Champagne pela primeira vez em 2026. A projeção parte de uma academia global de wealth managers, colecionadores e especialistas do mercado secundário.
O movimento inverte uma hierarquia de décadas: Champagne e Borgonha dominaram a pauta de investimento em vinho fino por anos. A entrada do Piemont no topo sinaliza que o mercado está precificando origem, raridade e reputação de produtor acima da região em si.
Nenhum nome sintetiza isso melhor do que Angelo Gaja. Seus Barbaresco e Barolo — com os crus Sorì San Lorenzo, Sorì Tildin, Costa Russi e Sperss — acumulam décadas de notas máximas e lotes esgotados antes de chegarem ao mercado. Mas Gaja não se limita ao Piemont: em Bolgheri, a Ca'Marcanda produz três dos supertoscanos mais disputados da Itália — Camarcanda, Magari e Promis —, com rótulos que já se tornaram referência visual e de qualidade no segmento premium.
Para restaurantes e hotéis, ter Gaja na carta é um argumento de posicionamento: o cliente que pesquisa antes de sentar à mesa reconhece o nome, e o sommelier tem uma âncora concreta para elevar o ticket da mesa.
Para adegas e empórios especializados, o raciocínio é de giro e fidelização: os rótulos Gaja e Ca'Marcanda vendem por reputação, resistem à pressão de preço e trazem de volta o cliente que quer saber o que chegou de novo.
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